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Cobertura jornalística na guerra

Entenda como é o trabalho desenvolvido pelo jornalista em zona de conflito
01/06/2022
Cobertura jornalística na guerra
A cobertura jornalística na guerra é um trabalho que exige cuidados do profissional. Confira dicas de segurança neste conteúdo!
A cobertura jornalística na guerra é voltada para reportagem sobre acontecimentos de regiões de conflito que podem ser entre estados, governos, sociedades, países e entre outros. Em geral, uma equipe de profissionais é encaminhada para acompanhar de perto e trazer imagens, relatos, vídeos e produções sobre o fato. Trata-se de um ramo do Jornalismo que exige cautela.

Por denunciarem ocorrências como destruição, crimes de guerra, extrema violência, além de ouvir depoimentos sobre o uso de força irregular e agressão, jornalistas também sofrem riscos e tornam-se alvos de violência em cobertura de guerra. Em geral, esses profissionais correm perigos eminentes de prisão e até assassinatos, como ocorre na guerra da Rússia à Ucrânia e entre outros intensos confrontos que já existiram.

Cobertura jornalística na guerra: dicas de segurança


Para se manter protegido durante a cobertura jornalística na guerra, é importante seguir protocolos de segurança, um deles é o uso de equipamentos de proteção como capacete e colete a prova de balas. Para atuar neste tipo de cenário, é fundamental ainda que o profissional conheça a região e os pontos de fuga das áreas de conflito.


Outro ponto importante como dica de segurança é contar com rede de apoio composta, por exemplo, de outros colegas jornalistas empenhados também na cobertura, além de moradores, equipes de segurança, especialistas e mais pessoas de confiança. Como estratégia de segurança, o ideal é não dividir informações com qualquer indivíduo.

Fotógrafa em volta de militares fazendo cobertura jornalística na guerra.

Seguir protocolos de segurança para a cobertura é indispensável. (Foto: Adobe Stock)


A cobertura jornalística na guerra exige total atenção do profissional. É importante estar ciente que em áreas de conflitos o risco é ainda maior e, por esse motivo, é fundamental identificar o momento de interromper a cobertura e buscar abrigo em um local seguro. Afinal, a vida deve ser preservada.

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Fonte: E+B Educação | Jessica Alves

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