O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é uma das alternativas do governo federal ofertadas a estudantes que querem cursar uma graduação, mas não têm como pagar as mensalidades de instituições privadas de ensino superior. O financiamento é concedido em três diferentes modalidades dentro do Fies e P-Fies. Quem consegue o benefício não precisa desembolsar mensalmente à universidade o valor referente as mensalidades do curso, esse só será pago após a conclusão ao governo.
Afinal, o que é o CG-Fies?
O CG Fies é o Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil responsável por formular a política de oferta de financiamento estudantil e supervisionar a execução das operações do Fies. Instituído pelo Decreto de 19 de setembro de 2017 é composto por representantes dos Ministérios da Educação, da Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Integração e da Casa Civil da Presidência da República, cabendo, ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) as funções de Secretaria-Executiva do Comitê.
Sobre o Novo Fies
Em 2018 o Fies passou a contar com três diferentes modalidades que variam conforme a renda familiar dos candidatos. Confira na tabela abaixo:
FIES 1: oferta vagas com juro zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. É financiada com recursos da União.
FIES 2: voltado a estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Destinada às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste com recursos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento.
FIES 3: assim como a modalidade 2, é destinada aos estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos de todas as regiões do Brasil.
Como concorrer ao Novo Fies
Para participar do processo seletivo do Novo Fies é preciso ter feito alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e ter obtido média igual ou superior a 450 pontos e nota maior que zero na redação. O critério de renda familiar não pode ultrapassar cinco salários mínimos.

