O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e a sua mais recente modalidade o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) são utilizados por diversos brasileiros para fazer um curso superior. No entanto, é preciso ficar atento à taxa de juros do Novo Fies que deve ser paga juntamente com as parcelas da fase de amortização, ao final da graduação. Diante das reformulações dadas ao programa de financiamento, saiba como funcionam as taxas do Fies.
A taxa efetiva de juros do Fies para estudantes que se enquadrem na Modalidade I (ou modalidade Fies) é de juros zero; e, para estudantes que se enquadrem na Modalidade II e III (modalidade P-Fies), variará de acordo com o banco. No Fies o financiamento é concedido do governo diretamente ao estudante, já no P-Fies é por meio do agente operador de crédito, ou seja, os bancos, mas com recursos públicos.
Quando começa o pagamento do saldo devedor do Fies?
A partir do primeiro mês após a conclusão do curso, desde que o usuário possua renda. A parcela devida será descontada na fonte. Caso o estudante não possua renda no momento previsto para o início da amortização do saldo devedor ou em qualquer momento durante o período de amortização, o financiamento será quitado em prestações mensais equivalentes ao pagamento mínimo, na forma do regulamento do CG-Fies.
Quem pode contratar o Fies para financiar o curso?
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é obrigatório para quem deseja contratar o financiamento estudantil do governo federal. Vale qualquer edição do exame a partir de 2010, desde que o estudante tenha obtido média igual ou superior a 450 pontos e maior que zero na redação. Além disso, há o critério de renda per capita familiar. Para o Fies não pode ser maior que três salários mínimos, no P-Fies é no máximo cinco salários mínimos.

