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Quais vacinas estão sendo utilizadas no Brasil?

Desde o início da pandemia a população vive ansiosa na expectativa por dias melhores, e a chegada da vacina, com certeza, foi a notícia mais aguardada desde então, com o coronavírus assustando e causando tantos transtornos e perdas. Mas graças a eficiência da ciência, a população voltou a ter esperança de dias melhores. Ainda em 2020 já haviam várias pesquisas em fase final dos testes, e muitas expectativas foram criadas em relação a isso.

Vacinas no Brasil e expectativas
No solo brasileiro o Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech estão trabalhando com a Coronavac, que foi aprovada para uso emergencial pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária e desde então o imunizante passou a ser fabricado aqui no país, no Instituto. Todo o processo acontece aqui, mas a parte final, o insumo responsável pelo envase, ainda é importado da China, porém, o governo de São Paulo está construindo uma fábrica que irá permitir a produção 100% nacional da Coronavac ainda em 2021, a expectativa é que em dezembro a produção já seja exclusivamente com todo trabalho e material brasileiro.

Outro imunizante aprovado para uso emergencial pela Anvisa é a vacina de Oxford, a AstraZeneca, onde foram importados lotes da vacina pronta para uso, mas também, terá produção local para acelerar a imunização da população. A fabricação da AstraZeneca no Brasil ocorrerá através do Bio-Manguinhos, onde os insumos para a produção da primeira leva já chegaram por aqui. A Fiocruz deverá entregar em março, a primeira leva da produção. Até lá, para adiantar a vacinação a solução é trazer a vacina pronta, para que cada vez mais pessoas sejam contempladas. No último dia 23, chegaram 2 milhões de doses do imunizante.

Além dessas que estão aprovadas para uso emergencial, aconteceu na terça-feira(23) um fato histórico na luta contra o COVID, a Anvisa aprovou a vacina da farmacêutica Pfizer, dando o registo definitivo do imunizante, o que significa que o país está livre para importar as doses, inclusive clínicas e hospitais particulares. Mas a vacina ainda não está disponibilizada, pois o governo precisa comprar a vacina, o que impede é que existe um impasse no acordo, uma cláusula referente a responsabilidade dos riscos.
A vacina da Pfizer foi a primeira a ser aplicada no mundo. No Brasil há vacinados com o imunizante da Pfizer, são os voluntários que colaboraram com a pesquisa da farmacêutica e já foram contemplados, independente do calendário dos governos, afinal de contas, este era um dos acordos presentes no contrato. A expectativa é que surjam mais vacinas por aqui, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária retirou a exigência da terceira fase de estudos, o que facilita a importação dos imunizantes.
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