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Enfermeiros estão vulneráveis aos efeitos da síndrome de burnout

A síndrome de burnout em profissionais da saúde infelizmente tem se tornado cada vez mais comum, principalmente nos últimos tempos, com a pandemia da Covid-19 exigindo muito de quem atua na linha de frente. Também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, esse distúrbio de origem psíquica é ocasionado pelo extremo cansaço e exaustão relacionados ao trabalho.
Pode-se dizer que a síndrome de burnout é o resultado do acúmulo de trabalho, estresse e tensão emocional, e gera crises de ansiedade, depressão e nervosismo, o que a médio e longo prazo acaba deixando os profissionais doentes. Em agosto de 2019, ela foi oficializada como uma síndrome crônica pela Organização Mundial de Saúde – OMS, e foi incluída na nova Classificação Internacional de Doenças CID -11, que entra em vigor em 2022.
Síndrome de burnout: sintomas
Mas afinal, quais os sintomas da síndrome de burnout? De inicio eles podem ser difíceis de serem classificados como pertencentes ao distúrbio, pois a depender do caso e do indivíduo, podem ser físicos e/ou psicológicos. Listamos a seguir alguns dos principais, confira:
- Cansaço físico e mental excessivo
- Tristeza excessiva
- Desânimo
- Lapsos de memória
- Apatia
- Dores de cabeça
- Insônia
- Dificuldade de concentração
- Baixa autoestima
- Agressividade e irritabilidade

O diagnóstico da síndrome de burnout pode ser feito tanto por médicos generalistas quando por psicólogos e psiquiatras, após a análise do histórico do paciente e do conhecimento de suas condições de trabalho. No geral, o tratamento é realizado por meio de acompanhamento psicológico, e pode envolver o uso de medicamentos para a diminuição de sintomas.
Algumas atividades também podem contribuir com a melhora do paciente, como a inserção de mais momentos de lazer no dia-a-dia, a diminuição do ritmo de trabalho, a prática de esportes e atividades físicas, entre outras.
Síndrome de burnout em profissionais de Enfermagem
Os profissionais de saúde estão entre os mais vulneráveis a sofrer da síndrome de burnout. Entre eles estão os auxiliares e técnicos de enfermagem, e os enfermeiros, que vivenciam diariamente situações estressantes e atuam com pacientes em diferentes estados de saúde, muitas vezes acometidos por sofrimento intenso.
Outros motivos também ampliam a chance desses profissionais desenvolverem a síndrome, como a exaustiva jornada de trabalho e a realização de plantões de 24 horas, por exemplo, além da baixa remuneração oferecidas por algumas instituições, a grande responsabilidade na realização de procedimentos, e muito mais.
Leia também: Lei do Descanso Digno da Enfermagem determina mudanças em unidades de saúde
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Agora que você já sabe o que é síndrome de burnout, pode ficar atento aos sinais e cuidar da sua qualidade de vida para que, atuando na área de Enfermagem, não adoeça física e/ou psicologicamente. E para se tornar um profissional do ramo sem gastar muito nas mensalidades das instituições de ensino, conte com o Educa Mais Brasil.
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