O mercado de trabalho tem passado por profundas transformações ao longo dos anos. Se houve uma época na qual as habilidades técnicas eram supervalorizadas, ela está cada vez mais distante. As empresas aprenderam que o conhecimento técnico é mais fácil de ser ensinado do que as habilidades comportamentais. Ou seja, as competências emocionais têm ganhado cada vez mais espaço e se sobressaído sobre as qualidades técnicas. Dessa forma, o mercado atual tem exigido dos profissionais as seguintes competências:
- Empatia: esse comportamento refere-se a capacidade de se colocar no lugar do outro e procurar entender suas questões e problemáticas. Nas organizações, a empatia é importante para fortalecer a equipe de trabalho e tornar as relações mais saudáveis. Quando são compreendidos, os colaboradores se sentem mais motivados a cumprir a sua rotina e tarefas.
- Liderança: o modelo de liderança autoritária e desumanizada tem sido substituído por líderes motivadores, capazes de estimular o potencial da equipe, sendo um exemplo de profissional dentro da organização.
- Comprometimento: em um mundo em que as relações são cada vez mais fluidas, demonstrar comprometimento é importante para a empresa sentir que você é fundamental para o bom andamento das atividades da organização, além de perceber que você se importa com o trabalho realizado.
- Atualização das questões sociais: as empresas estão atentas às publicações dos funcionários nas redes sociais. Não é raro os casos em que uma declaração indevida repercute e a organização precisa se pronunciar de forma incisiva. Por isso, quem acompanha as transformações sociais e consegue moldar o seu trabalho de acordo com as novas demandas da sociedade, têm se destacado no mercado profissional.

