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Home office no Brasil supera trabalho híbrido, diz pesquisa

O trabalho presencial ainda é realidade para maioria dos trabalhadores; entenda
Home office no Brasil supera trabalho híbrido, diz pesquisa

O home office é uma modalidade de trabalho que surgiu nos Estados Unidos, quando novas tecnologias de comunicação, como a internet, começaram a aparecer. A principal característica desse tipo de trabalho é possibilidade de realizar as atividades de forma remota, ou seja, de casa ou outros locais fora do escritório.

 

No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas exercem home office, segundo estimativas do Centro de Estudos e Pesquisa de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível (Cetel). A entidade alerta para a possibilidade do número ser ainda maior, visto que muitas empresas não formalizam a atividade, inviabilizando a contagem para estatísticas. 


No Brasil, em 2011, a Lei 12.551 alterou a redação do artigo 6º da CLT para determinar que “não há distinção entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador e o executado na residência ou a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego”. Contudo, foi durante a pandemia de Covid-19, em meados de 2020, que esse modelo de trabalho em casa ganhou popularidade. 



Home office supera trabalho híbrido nas modalidades de trabalho no país


Dada a crescente adesão ao home office, esse modelo de trabalho já ocupa a posição de segundo lugar entre as formas de trabalho adotadas no país. O trabalho presencial ainda é a realidade para maioria dos trabalhadores que responderam à pesquisa (32,5% dos entrevistados) enquanto que o home office aparece como resposta de 26,5% dos entrevistados.


A pesquisa mostra que o home office ficou à frente do trabalho híbrido, caracterizado pelo revezamento do trabalho presencial e remoto. Essa modalidade é realidade para 24,5% dos participantes.

 

Os dados são da pesquisa realizada pela agência Gombo, com profissionais que utilizam a plataforma LinkedIn. A média de idade dos entrevistados pelo estudo foi de 37 anos. Os dados também apontam para níveis mais avançados de escolaridade na comparação com os trabalhadores em geral. O relatório identificou, ainda, que 16,4% (488) das pessoas que responderam à pesquisa não estavam trabalhando.



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Fonte: Tribunal Superior do Trabalho e Contábeis.com

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