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O que são deep techs?

A concentração de startups de deep tech é notável nos três países principais: Argentina, Brasil e Chile
O que são deep techs?

O termo deep tech ou tecnologias profundas foi criado em 2014 pela Swati Chaturvedi, se refere a empresas ou tecnologias que estão na vanguarda da inovação, muitas vezes envolvendo avanços em ciência e pesquisa. Essas empresas desenvolvem produtos ou serviços com base em descobertas científicas ou tecnológicas recentes e geralmente têm um alto componente de pesquisa e desenvolvimento.  As deep techs costumam enfrentar desafios técnicos complexos, muitas vezes explorando campos como inteligência artificial, biotecnologia, nanotecnologia, blockchain, entre outros.


Exemplos de tecnologias profundas incluem avanços em aprendizado de máquina, terapias genéticas, desenvolvimento de materiais avançados e muito mais. Essas empresas desempenham um papel crucial no avanço da fronteira do conhecimento e na criação de soluções inovadoras para os desafios globais.


Deep techs: Brasil está em 2º em ranking da América Latina


Com 101 startups emergentes, o Brasil se destaca como o segundo país mais proeminente na América Latina em termos de desenvolvimento de deep tech. Apesar de o número não surpreender em relação ao tamanho do país, as startups brasileiras têm demonstrado um notável valor de mercado. De fato, 37 dessas empresas já ultrapassaram a marca dos US$ 10 milhões em valor, sendo que o setor de biotecnologia representa mais da metade do total de empresas no segmento. O Brasil revela um vasto potencial de crescimento, e hoje conta com quase 80% dos pesquisadores da região, mais da metade das patentes e 40% do investimento total de capital de risco na América Latina.


A concentração de startups de deep tech é notável nos três países principais da região: Argentina, Brasil e Chile, que juntos representam 80% do total latino-americano. Quando se trata do valor de mercado, a liderança é compartilhada por esses três países, acrescidos da Costa Rica. A Argentina, com 103 startups, mantém a maior quantidade na região, representando 30% do total, com muitas delas ainda em estágios iniciais de desenvolvimento. A implementação da Lei do Empreendedorismo em 2017 e a presença de um grande número de fundos de capital de risco têm impactado positivamente o avanço da tecnologia profunda no país. Essas políticas têm estimulado o ambiente empreendedor e contribuído para o impulso da inovação no cenário de deep tech na América Latina.


Qual curso fazer para trabalhar com deep tech?


Para trabalhar com deep tech, você pode considerar cursos e formações que proporcionem uma sólida base em áreas específicas de ciência e tecnologia. A escolha dependerá do campo de deep tech que mais lhe interessa, pois esse termo abrange diversas disciplinas avançadas. Conheça  algumas opções de cursos e áreas de estudo relevantes:


• Graduação em Ciência da Computação

• Engenharia de Software

• Especializações em Inteligência Artificial

• Engenharia Elétrica

• Engenharia Eletrônica

• Curso de Graduação ou Pós-Graduação em Ciência de Dados.

• Certificações em Ferramentas e Linguagens de Programação comuns em Ciência de Dados.

• Graduação em Biotecnologia, Biologia Molecular ou áreas afins.

• Mestrado ou Doutorado em Biotecnologia com foco em inovações avançadas.


Além dessas opções, é importante acompanhar as últimas tendências e avanços na área de deep tech, participar de eventos, conferências e buscar constantemente atualizações em cursos especializados. Lembre-se de que a tecnologia está sempre evoluindo, e a aprendizagem contínua é crucial para se manter atualizado nesse campo dinâmico. Se você se interessa por alguma dessas áreas, o Educa te ajuda! No site do programa você encontra bolsas de estudo com até 85% de desconto para graduação. Faça hoje mesmo a sua inscrição gratuita. 


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Fonte: BBC e Forbes Brasil

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