Neste mês de novembro, diversas instituições de ensino do nível superior voltaram a exigir o uso de máscara nas salas de aula e outros ambientes fechados das instituições. A decisão ocorre por conta de novos aumentos no número de casos da Covid-19, provocados pelas variantes BE.9, BQ.1 e BQ1.1. As universidades geralmente também recomendam o uso também é válida para museus, bibliotecas, auditórios, refeitórios, locais de atendimento ao público e setores administrativos.
A recomendação de uso de máscaras nas universidades envolve igualmente os ambientes externos, bem como também deve ser utilizada em situações de aglomeração. A indicação foi aprovada até então pelo conselho de universidades como: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual da Bahia (UFBA), entre outras.
Recomendações de biossegurança do MEC
Em julho de 2020 o Ministério da Saúde lançou uma cartilha de com o protocolo de biossegurança para retorno das atividades presenciais nas instituições de ensino do nível superior. Nela, o ministério recomendou a utilização de máscaras – além de outras medidas. No entanto, com a diminuição dos quadros no cenário nacional, a utilização dessas ações na cartilha passou a ser mais branda.
Contudo, o aumento no número de casos proporcionados pelas novas variantes da Omicron tem feito com que a utilização das máscaras volte a ter seu uso recomendado nas instituições de ensino do nível superior. Sendo assim, vale à pena conferir a íntegra da cartilha lançada pelo Ministério da Saúde clicando aqui.
Variantes da Covid-19 | BE.9 e BQ.1
Além da variante já citada, também está em circulação em alguns estados brasileiros a Ômicron BQ.1. Essa nova mutação do coronavírus também tem contribuído com a elevação de casos da Covid-19 na Europa, além do Brasil, tendo, inclusive, provocado morte no estado de São Paulo. Ela tem se mostrado com maior capacidade de transmissão que as demais mutações do vírus.
Os sintomas das variantes são bastante semelhantes:
• Cansaço;
• Dor de cabeça;
• Dor de garganta;
• Febre;
• Perda de olfato e paladar;
• Tosse, entre outros.
Segundo os especialistas, a principal medida para evitar contrair o vírus segue sendo a vacina, por isso é essencial que as doses disponíveis estejam em dia. Os dados evidenciam que a maioria dos casos de internações devido à nova variante são de pessoas que não tomaram as doses recomendadas da vacina.
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