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CARREIRA

Quanto ganha um neurologista?

Saiba qual é o salário do profissional segundo o Ministério do Trabalho e Emprego
Quanto ganha um neurologista?

Para saber quanto ganha um neurologista conseguimos informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que possui um banco de dados dos profissionais contratados através da Carteira de Trabalho no país. De acordo com o Caged, o salário do neurocirurgião possui uma média de R$ 4.212,94. Esse valor corresponde à média salarial dos médicos que trabalham no modelo de contratação tradicional, conhecido popularmente como carteira assinada. O Caged não possui registro dos profissionais que atuam com o CNPJ ou como prestação de serviços. 


Salário | Neurologista 


O salário do neurologista varia de acordo com a região do país, a especialização do profissional e a sua experiência no mercado. Os ganhos mensais também podem superar os valores que aparecem nas pesquisas salariais por ser comum à profissão que o médico atue em consultório próprio ou de terceiros. Esses serviços costumam não ser contabilizados nas pesquisas realizadas. 

Segundo especialistas, a remuneração do médico aumenta em até três vezes quando o profissional possui em seu currículo um mestrado ou doutorado. Outro fator que impacta no salário é a fluência em inglês. Assim como em outras áreas, a medicina também exige investimento em qualificação para construção de uma carreira sólida. Dessa forma, o neurologista pode chegar a ganhar cerca de R$ 16 mil, conforme dados do site Trabalha Brasil (Sine), a depender do porte da organização. 

O que faz o neurologista? 


Após os seis anos da graduação em medicina e ao menos mais três anos na residência em neurologia, o profissional está apto a estudar, diagnosticar e tratar doenças relacionadas ao sistema nervoso. O neurologista não realiza procedimentos cirúrgicos, função exercida pelo neurocirurgião, sendo responsável pelo atendimento clínico dos pacientes, diagnóstico e tratamento clínico de epilepsias, cefaleia, neuropatias, doenças neurodegenerativas, neuro-infecções, entre outras. Para atuar na área também é necessário ser cadastrado no Conselho Federal de Medicina.

Fonte: E+B Educação | Gabriele Silva

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