A geração Alpha (ou geração Alfa) é o termo que o sociólogo australiano Mark McCrindle usou, inicialmente, para se referir às crianças que nasceram a partir de 2010 e compõem um grupo que, desde a infância, tem a tecnologia inserida no cotidiano.
De forma geral, as crianças da geração Alpha apresentam comportamento atento e possuem maior facilidade para lidar com aparelhos tecnológicos, justamente por terem nascido em um época onde a tecnologia se faz presente de forma mais marcante.
Porém, essa geração é mais propensa ao estresse e a ansiedade por receberem mais estímulos sensoriais, inclusive por meio de brinquedos tecnológicos e acesso precoce ao celular.
Como lidar com a geração Alfa?
Para lidar com a geração Alfa é preciso entender que, de forma generalizada, crianças e pré-adolescentes desse grupo são mais autônomos em suas opiniões e dúvidas. Por isso, deve-se evitar discussões e, quando necessário, usar a comunicação não-violenta além de adotar uma postura mais flexível para permitir que eles se expressem.
Ainda que para a geração Alpha a tecnologia seja uma forte candidata a roubar a atenção no lugar de pais e educadores, para o fortalecimento de vínculos com pessoas da geração Alfa é importante promover o contato humano para que desenvolvam bem suas habilidades socioemocionais, mas sempre respeitando seu comportamento curioso, senso crítico e estimular a inclusão e solidariedade.
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Como educar a geração Alpha?
Por se tratar de uma geração que surgiu há pouco tempo, ainda não existem modelos de educação bem definidos ou pré-estabelecidos para educar a geração Alpha. No entanto, percebe-se a necessidade de seguir uma forma de ensino voltada para as necessidades e interesses dos alunos, diferentemente do padrão tradicional de educação que acompanhou as gerações anteriores.
Por isso, a educação da geração Alpha precisa utilizar metodologias ativas de aprendizagem, com aulas mais dinâmicas, que priorizem o protagonismo do aluno na busca do próprio conhecimento, principalmente porque alunos dessa geração, muitas vezes, chegam na aula já tendo visto o conteúdo em canais do YouTube e outras mídias.
Outra possibilidade de educação para a geração Alpha é o ensino híbrido, com a abordagem de aprendizado individualizada, e aulas com gamificação, que possibilitam aprender na prática.
Assim, há uma tendência de pais e professores deixarem de atuar como educadores para começar a assumir papel de mentores, oferecendo orientação, mas permitindo que as pessoas dessa geração sejam protagonistas do seu modelo de ensino.
Educação Básica com bolsa de estudo
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