<link rel="stylesheet" href="https://fonts.googleapis.com/css2?family=Inter:wght@400;500;600;700&family=Nunito:ital,wght@0,400;0,700;0,900;1,400;1,700&display=swap">
0

Sua mochila está vazia!

Bolsas de Estudode até75%Faculdades e Escolas

Estude pagando menos! Inscreva-se gratuitamente.

Curso que deseja estudar
NOTÍCIAS

Pesquisa aponta: gerações Y e Z sentem mais sofrimento emocional do que as outras

Conhecidas também como gerações deprimidas, elas são as que mais utilizam antidepressivos
12/04/2022
Pesquisa aponta: gerações Y e Z sentem mais sofrimento emocional do que as outras
Conheça as gerações mais depressivas, de acordo com pesquisas. Garanta uma bolsa para estudar com economia de até 70%

Depressão, crises de ansiedade, entre outros problemas de origem emocional infelizmente se tornaram ainda mais frequentes na sociedade nos últimos anos. As causas podem ser várias e envolver questões internas e também cobranças externas, que atingem em sua maioria, segundo apontam as pesquisas, as gerações Y e Z, ou seja, os nascidos entre, aproximadamente, 1981 e 1995 (também conhecidos como Millenials), e entre 1995 e 2010, respectivamente.


Entre todas as gerações, os indivíduos da geração Z são os que apresentam níveis de bem-estar social e emocional mais baixos. Ela engloba adolescentes que estão começando a sair da escola (oficialmente, seguindo as normas do Ministério da Educação – MEC, a conclusão da educação básica deve acontecer entre os 17 e 18 anos de idade), e os jovens adultos que estão dando início às suas carreiras profissionais (vivenciando a faculdade ou cursos profissionalizantes, e/ou descobrindo os desafios do mercado de trabalho).


Esta é uma fase de transição, como explicam os especialistas, e por isso pode envolver ansiedades, inseguranças e medos, que até são saudáveis, mas não quando em excesso. Esses sentimentos e sensações quando não limitados ocasionam o adoecimento dos indivíduos, tanto no nível físico quanto no psicológico, o que os leva aos antidepressivos.


Enquanto isso, os Millenials, os segundos colocados nesse pódio, estão sendo cada vez mais afetados pelo esgotamento mental, tensão emocional e estresse. Segundo pesquisadores, isso ocorre porquê esse público cresceu em épocas marcadas por grandes mudanças culturais e sociais, acompanhou de perto o desenvolvimento tecnológico e também uma quebra de paradigmas que o deixou mais otimista e idealista, o que resultou no aumento de expectativas profissionais e, atualmente, em decepções.


Situações que são gatilho para problemas emocionais na geração Y


As causas para o sofrimento emocional na geração Y são várias, estando entre elas:


  • Desvalorização no trabalho

Essa geração de profissionais foi ensinada a dar o máximo de si para garantir os melhores resultados. Logo, quando se dedicam a oferecer o melhor em um determinado cargo, esperam reconhecimentos e crescimento. Quando isso não acontece, a frustração pode os atingir e deixá-los doentes.


  • Baixa remuneração

Uma continuação do item anterior, mas aqui falamos especificamente dos salários. Trabalhar muito (às vezes fazendo mais do que deveriam), com dedicação e talento, para ganhar pouco não faz bem a ninguém, e ao contrário dos chamados baby boomers (aqueles que nasceram entre 1944 e 1964), que colocavam a carreira acima de tudo e aceitavam mais facilmente o que as empresas lhes ofereciam, os Millenials buscaram se especializar para ter uma vida melhor, garantindo aquilo que eles acreditam merecer. E baixos salários não estão nos planos.


  • Desconstrução de falsas realidades

Quantas coisas ouvimos desde pequenos e crescemos sem questionar, como se fossem a mais pura verdade? Os millenials se tornaram questionadores e isso os leva a se frustrar com muitos acontecimentos, sentimento que seus parentes mais velhos não costumam ter. Um exemplo disso é a maternidade. Culturalmente as mulheres são ensinadas que ter um filho é mágico e a amamentação acontece de forma natural e indolor, mas embora o momento possa trazer muitas felicidades para a família, não é uma tarefa fácil criar uma criança e a geração Y tem deixado isso cada vez mais claro por meio das mídias sociais.


  • Inseguranças pessoais

Especialistas consideram esse ponto como intrínseco à criação dessa geração. Formados por famílias que viam mais o lado prático da vida, os Millenials estão mais focados no emocional que nunca, e isso, num ambiente familiar formado por baby boomers, pode ser visto como uma fraqueza. Imagine crescer ao redor de pessoas diminuindo seus sentimentos o tempo todo? O resultado é a formação de adultos inseguros, que acreditam que não conseguem o que querem porquê são fracos, não merecedores e que não se esforçam o suficiente. E é por isso que eles estão sofrendo de Burnout, por exemplo.


Gatilhos para geração Z


A autoconfiança parece ser uma marca presente nos adolescentes e jovens adultos, assim como a criatividade. Entretanto, alguns pontos os fazem desenvolver problemas emocionais, estando entre eles:


  • Medo do futuro

O Brasil de hoje em dia está longe de ser o ideal, e os mais jovens compartilham o receio de que este cenário continue igual nos próximos anos, ou que piore ainda mais.


  • Solidão no “mundo real”

Essa geração hiperconectada tem muita facilidade em criar conexões por meio da internet, e a prova disso está nas mídias sociais, onde utilizam não só seus próprios perfis, mas também os famosos fakes para acompanhar fã-clubes e artistas que gostam, ou simplesmente criar uma nova realidade, longe dos problemas e ansiedades que os acompanham offline. Entretanto, no mundo real as conexões estão ficando cada vez mais frágeis e escassas. A facilidade em manter diálogos online não se faz presente longe das telas.


  • Frustração profissional

Olha ela presente também na vida dos mais jovens. Criados pelas gerações Y e baby boomer, eles aprenderam que o sucesso socioeconômico e profissional vem com muito esforço. Entretanto, percebendo a realidade dos seus próprios pais e familiares, já entenderam que muitas vezes fazer faculdade pode não dar os resultados esperados, e muitos nem chegam a colocar essa etapa em sua lista de desejos, seja por falta de recursos financeiros ou porquê têm sonhado em seguir carreiras ainda consideradas “informais”, como a de influencer digital, por exemplo.


Leia também: O que significa cringe?


Estudar pode ser a solução


Apesar dos desconfortos emocionais que cada geração possui, a chave para dar uma guinada na vida e seguir um caminho que dê mais felicidade também pode ser encontrada nos estudos. Se você está frustrado pela carreira que seguiu e com o emprego que tem, que tal fazer uma transição de carreira? E você, mais jovem, se ainda não quer fazer faculdade, que tal investir em um curso técnico ou profissionalizante?


Seja qual for a sua escolha, conte com o Educa Mais Brasil para garantir economia na sua jornada. O maior programa privado de inclusão educacional do nosso País atua com a oferta de bolsas de estudo para os melhores cursos, e já ajudou milhares de estudantes em todo o Brasil a garantir o futuro dos seus sonhos.


Encontre sua bolsa agora

Fonte: E+B Educação | Daniele Marques

Mais Notícias

MEC Enem terá novos simulados e questões para a reta final de preparação

Atualização do aplicativo gratuito está prevista para 13 de outubro e busca ampliar as oportunidades de estudo antes das provas, marcadas para os dias 8 e 15 de novembro.


Biologia nas redes: 5 professores para seguir e aprender

Confira perfis que ensinam a disciplina com dicas para o vestibular e curiosidades


Ensino médio pode ter orientação vocacional para estudantes

Projeto aprovado pela Câmara prevê apoio à escolha profissional e segue para o Senado


O que estudar na reta final para o Enem 2026?

Primeiro dia do exame será realizado em 8 de novembro; neste período, estudantes devem priorizar revisão, resolução de questões e preparação para a redação


Concurso Banco Central: veja as vagas autorizadas

A autorização para o novo concurso Bacen foi publicada em 3 de julho e prevê, ao todo, 170 vagas distribuídas entre as carreiras de técnico, auditor e procurador