A ansiedade infantil está presente na vida de 15% dos jovens, sendo o transtorno mais comum na infância e adolescência. Até um certo ponto a ansiedade é considerada normal, mas passa a ser motivo de atenção quando começa a influenciar negativamente no funcionamento da criança, que começa a deixar de fazer atividades rotineiras por causa das crises.
A ansiedade em crianças e adolescentes costuma surgir no primeiro dia de aula, na mudança de escola, nas vésperas de provas e na formação dos primeiros vínculos de amizade, por exemplo. Quando não acompanhada de forma correta, pode virar um fator de risco para o desenvolvimento de outros transtornos comportamentais na vida adulta.
Por isso, é importante ficar atento ao comportamento da criança para identificar sinais de ansiedade e buscar a melhor forma de ajudar. Para saber como, confira as dicas a seguir.
Ansiedade infantil: veja 10 dicas para ajudar a família
1. Incentive a criança a falar sobre seus sentimentos e preocupações.
2. Crie uma rotina com horários regulares para refeições, sono e atividades.
3. Ensine à criança técnicas simples de relaxamento, como respiração profunda, contar até 10, ou exercícios de relaxamento muscular.
4. Crie um ambiente em casa que seja calmo e livre de estímulos excessivos.
5. Incentive a prática de atividades físicas, que podem ajudar a liberar a tensão e reduzir a ansiedade. Esportes e brincadeiras ao ar livre são boas opções.
6. Ajude a criança a desenvolver estratégias de enfrentamento, como a resolução de problemas e a mudança de pensamentos negativos para positivos.
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7. Evite superproteger a criança dos desafios, pois isso pode aumentar a ansiedade.
8. Imponha limite sobre a exposição da criança a situações ou estímulos que desencadeiam ansiedade, pois enfrentar situações que apareçam em momentos específicos pode ser bom, mas expor a criança a situações desconfortáveis pode potencializar a ansiedade e o medo.
9. Mostre à criança que você entende o que ela está sentindo e que não está errado por se sentir assim. Diga e demonstre que pode ajudar a enfrentar essas dificuldades.
10. Se a ansiedade da criança persistir ou interferir significativamente em sua vida diária, considere procurar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo infantil.
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